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TJPB nega recurso e decide manter prisões de Hytalo Santos e Israel Vicente, condenados por exploração sexual de adolescentes

Em análise de habeas corpus realizada nesta terça-feira (24), o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) decidiu, por unanimidade, manter as prisões do influenciador Hytalo Santos e do marido dele, Israel Vicente, condenados por produzir conteúdos de exploração sexual com adolescentes. Eles estão presos no Presídio do Róger, em João Pessoa, desde agosto de 2025.

A decisão aconteceu após a análise na Câmara Criminal, com relatoria do desembargador João Benedito. O pedido de habeas corpus analisado aconteceu em separado das solicitações feitas pela defesa em setembro, quando o pedido de habeas corpus foi negado, assim como em novembro.

Além do relator, manifestaram-se o desembargador Ricardo Vital e o presidente Carlos Beltrão. A defesa argumentou no novo pedido que existiu demora nos prazos para o estabelecimento de uma sentença e o término da instrução criminal.

Hytalo Santos e marido foram presos em São Paulo no dia 15 de agosto do ano passado. Depois, foram transferidos para o Presídio do Róger, em João Pessoa, onde estavam detidos de forma preventiva desde o dia 28 do mesmo mês.

O processo analisado pelo Tribunal de Justiça corre em paralelo ao da Justiça do Trabalho, onde Hytalo Santos e Israel Vicente também são réus por tráfico de pessoas para exploração sexual e trabalho em condições análogas à escravidão.

Hytalo Santos: influenciador e o marido são condenados por exploração sexual de adolescentes

A Justiça da Paraíba condenou o influenciador Hytalo Santos e o marido, Israel Vicente, por produção de conteúdo sexual envolvendo adolescentes. A sentença foi proferida pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da comarca de Bayeux, na Grande João Pessoa, e se tornou pública neste domingo (22).

Hytalo Santos foi condenado a 11 anos e 4 meses de prisão. Já Israel Vicente, que é mais conhecido como Euro, foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão.

A defesa de Hytalo Santos e Euro afirmou que vai recorrer da decisão de condenação. Segundo os advogados, durante toda a instrução processual foram apresentados argumentos que afastariam a tese da acusação.

Fonte: G1-PB

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