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Esquenta clima em Cajazeira e oposição aponta prefeito como campeão em demissões políticas

A política de Cajazeiras esquentou nos últimos dias com uma polêmica em torno de exonerações de cargos de confiança do governo Estado. A ex-prefeita Denise Oliveira, embora ocupe o cargo de secretária Executiva na Secretaria de Desenvolvimento do Estado, pediu desculpas aos seus aliados por tê-los mobilizados em 2022 para a campanha de reeleição do governador João Azevedo, numa crítica direta governador. Num primeiro momento, o deputado Júnior Araújo, que é do PSB e da bancada aliada na Assembleia, chegou a afirmar que os cargos eram da confiança do governador e que não via problemas nas exonerações. Ocorre que seus aliados e da ex-prefeita Denise, ocupam diariamente programas de rádios e de canais das redes sociais para denunciar que estaria havendo perseguição política e acusar o governador e o deputado Chico Mendes, pré-candidato a prefeito pelo PSB, de perseguidores.

Contraponto: Zé Aldemir já demitiu 168

O contraponto a essa campanha já começa a ganhar corpo. Militantes da oposição local fizeram um levantamento e constataram que nos últimos três ou quatro meses o prefeito Zé Aldemir (PP) já exonerou e demitiu 168 servidores da Prefeitura de Cajazeiras por razões puramente políticas. Do outro lado, o governo do Estado teria feito apenas cerca de 15 mudanças nos cargos em Cajazeiras.
Eram aliados da vereadora Reelsa Borges, vereadores e secretários ligados ao médico Pablo Leitão, que chegou a figurar na lista de pré-candidatos a prefeito do deputado Zé Aldemir.
Nas redes sociais, já afirmam que o prefeito Zé Aldemir é o campeão em demissões políticas, lembrando sempre que os 168 demitidos eram seus eleitores.

62 exonerações num único dia

Outro contraponto é direcionado diretamente ao grupo político da ex-prefeita Denise e do deputado Júnior Araújo, que controlam a maioria dos cargos do governo na cidade. Os militantes da oposição lembram que em 2020, quando Denise era candidata a prefeita, ele o deputado Júnior tomaram todos cargos que haviam sido indicados pelo então deputado Jeová Campos e que, num único dia, eles conseguiram demitir 62 servidores do Estado.