Pesquisa Ibope em João Pessoa, votos válidos: Cícero, 27%; Nilvan, 19%; Ruy, 16%; Edilma, 12%

Pesquisa Ibope em João Pessoa, votos válidos: Cícero, 27%; Nilvan, 19%; Ruy, 16%; Edilma, 12%

Pesquisa Ibope divulgada pela TV Cabo Branco neste sábado (14) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos para a Prefeitura de João Pessoa nas Eleições 2020:

 

 

Anísio Maia (PT), Rama Dantas (PSTU), Ítalo Guedes (PSOL) e Carlos Monteiro (REDE) não foram citados.

O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos. Um candidato é eleito no 1º turno se obtiver 50% mais um dos votos válidos na apuração oficial.

As perguntas cujas somas das porcentagens não totalizam 100% são decorrentes de arredondamentos ou de múltiplas respostas.

Evolução

Em relação aos votos válidos do levantamento anterior do Ibope, de 22 de outubro:

 

  • Cícero Lucena foi de 26% para 27%;
  • Nilvan Ferreira se manteve com 19%;
  • Ruy Carneiro foi de 11% para 16%;
  • Edilma Freire foi de 11% para 12%;
  • Ricardo Coutinho foi de 12% para 10%;
  • Wallber Virgolino foi de 12% para 9%;
  • João Almeida foi de 4% para 3%
  • Raoni se manteve com 2%;
  • Camilo Duarte não foi citado na segunda pesquisa e foi para 1%;
  • Rafael Freire não foi citado na segunda pesquisa e foi para 0%;
  • Anísio Maia tinha 2% e não foi citado nesta pesquisa;
  • Ítalo Guedes tinha 1% e não foi citado nesta pesquisa;
  • Rama Dantas tinha 0% e não foi citada nesta pesquisa;
  • Carlos Monteiro se manteve sem ser citado.

 

Votos totais

 

  • Cícero Lucena (PP): 22%
  • Nilvan Ferreira (MDB): 15%
  • Ruy Carneiro (PSDB): 13%
  • Edilma Freire (PV): 10%
  • Ricardo Coutinho (PSB): 8%
  • Wallber Virgolino (PATRIOTA): 7%
  • João Almeida (SOLIDARIEDADE): 3%
  • Raoni (DEM): 2%
  • Camilo Duarte (PCO): 0%
  • Rafael Freire (UP): 0%
  • Branco/Nulo: 12%
  • Não sabe/Não respondeu: 7%

 

Anísio Maia (PT), Rama Dantas (PSTU), Italo Guedes (PSOL) e Carlos Monteiro (REDE) não foram citados.

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