Júri absorve acusados do assassinato de Ivanildo Viana e novas investigações chegam a família Feliciano que reage as citações

Júri absorve acusados do assassinato de Ivanildo Viana e novas investigações chegam a família Feliciano que reage as citações

Após 15 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa, absolveu nesta quinta-feira (27), os acusados da morte do radialista Ivanildo Viana, assassinado no dia 27 de fevereiro de 2015, na saída da emissora em que trabalhava em Santa Rita.

Foram absolvidos o ex-sargento e ex-vereador de Bayeux Arnóbio Gomes Fernandes, os ex-policiais militares Erivaldo Batista e Olindo Vitorino, além de Eliomar de Brito Coutinho, Francisco das Chagas Cariri e Valmir Ferreira Costa.

A promotoria questionou o fato do filho do deputado Damião Feliciano, Renato Feliciano não ter sido arrolado como testemunha no tribunal do júri e com este fato as investigações devem ser reabertas.

O ex-secretário Renato Feliciano, ao saber do fato, criticou ilações feitas ao nome da família, já não há nenhum indício que o ligue ao caso. Ele explicou que foi intimado para prestar depoimento sobre o fato porque Ivanildo Viana trabalhava na Rádio em que a família Feliciano é sócia, no entanto, não foi sequer indiciado.

“Estão tentando criar um fato para manchar a minha imagem e da minha família. Quem convoca testemunhas é o promotor e, em nenhum momento, nem eu nem o deputado foi convocado. Fui ouvido porque Ivanildo trabalha na Rádio (Líder DM) na qual sou sócio, como também Raquel Maroja, outra sócio da Rádio. A polícia já investigou, não há nada que nos ligue ao caso. Estão tentando manchar a honra da nossa família”, afirmou.

Fonte: Redação com Blog do Anderson Soares

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