Entidades representativas do livro fazem manifesto pela isenção de impostos prevista na proposta da reforma tributária de relatoria de Aguinaldo Ribeiro

Entidades representativas do livro fazem manifesto pela isenção de impostos prevista na proposta da reforma tributária de relatoria de Aguinaldo Ribeiro
Divulgação

As entidades representativas do livro no Brasil divulgaram o manifesto em defesa do livro que pede a manutenção da isenção de impostos para o papel utilizado na impressão, em vigor desde 1946.  A proposta de reforma tributária do Governo, que tem como relator o Deputado Aguinaldo Ribeiro do PP da Paraíba, prevê a criação da contribuição de 12% sobre bens e serviços, e que automaticamente inclui os livros.

 O manifesto é assinado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo e Tecnologia Educacional (Abrelivros). As entidades reiteram que estão plenamente conscientes da necessidade da reforma tributária, mas pedem tratamento diferenciado para o livro, adotado por vários países, até para mantê-lo acessível e por sua óbvia importância na educação e cultura do país.

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